quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

105º aniversário da captura de Gungunha

No dia 28 de Dezembro de 1895, as tropas portuguesas lideradas Mouzinho de Albuquerque, prederem o poderoso chefe tribal (e o 3ºimperador da etnia vátua) da antiga colónia portuguesa de moçambique. O governo português de então decidiu retirá-lo do poder devido à brutalidade do seu regime tirânico e sanguinário. Quando foi levado para Portugal, foi transferido para Angra do Heroísmo (ilha terceira, Açores), onde aprendeu a ler e a escrever e se converteu ao cristianismo.
O antigo "imperador" dos vátuas, morreria vítima hemorragia cerebral, em 24 de Dezembro de 1906, no hospital militar de Angra do Heroísmo. Muito tempo depois da sua morte, (principalmente após o 25 de Abril) assistiu-se a uma tentativa de falsificar a história e tentar transformar um chefe tribal sanguinário num (falso) herói que lutou contra o "colonialismo português". Mas ao mesmo tempo, e de forma muito conveniente para os criminosos de Abril que tomaram o poder em Portugal, esquecia-se esse grande Herói lusitano e os seus nobres feitos para com a sua nação.
Basta ver, que hoje, esse data história passou praticamente despercebida, a não ser, um pequeno artigo, na edição online da rádio renasceça.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Apelo ao boicote do filme Thor

Bem, como cristão nunca demonstrei interesse pelo paganismo europeu (seja através de filmes, livros, revistas etc). Nunca li as revistas de BD do Thor, que vai ser transformado em filme, que será lançado em Maio de 2011.
    Até aqui nada demais, a não ser o grande "detalhe" de colocarem um preto (o actor Idris Elba) a fazerem o papél do deus nórdico Heimdall. Como num cirdo nunca faltam os palhaços, os idiotas do costume já classificaram a legítima campanha de boicote a esse lixo (que nem digno é ser chamado de filme) de "racista", como não podia deixar de ser e demonstra bem o carácter (ou a falta dele) dessa escumalha. Porém a verdade, é precisamente a inversa, quem teve a ideia infeliz de colocar um negro a fazer o papél de um deus nórdico é que foi racista, ao demonstrar todo o seu desprezo à cultura europeia. Pelo andar da carruagem, qualquer dia coloca-se um branco a fazer o papél de Martin Luther King num filme qualquer.
     Penso que não é preciso dizer mais nada, o actual multi-culturalismo já demonstrou a sua faceta aberrante e genocida (contra os brancos claro).




Como se já não bastasse, o director do filme, tentou justificar o injustificável e soltou a seguinte pérola: "O filme é de ficção. Ter uma martelo voando não é problema, agora a cor da pele é?". Ele nem sequer demonstrou qualquer inteligência no disparate que "vomitou", mas só um idiota aceitaria uma "justificação desse género". O filme é obviamente de ficção, porque retrata a mitologia pagã nórdica, e o martelo voador faz parte dessa mitologia, e o mesmo não se pode dizer de um africano a representar o papel de um "deus" pagão europeu.
    Da minha parte, nem sequer irei me dar ao trabalho de tirar o filme da inter-rede, da minha parte vou ignorar completamente o filme.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

A hipócrisia dos SOS racistas

A associação criminosa e anti-portuguesa "SOS racismo" celebrou recentemente os seus 20 anos de existência. Uma das novas "bandeiras" dessa sinistra organização é lutar pelo direito de voto dos imigrantes. Em declarações à Lusa, José Falcão afirmou: "Enquanto uma sociedade não permitir que as pessoas que para aqui descontam, trabalham e dão a sua mais valia tenham direito a decidir como todos, não é uma sociedade inclusiva. É por isso que é preciso continuar a lutar."
     Tal tese é simplesmente inaceitável e sem qualquer tipo de justificação racional. O direito de voto e todos os direitos políticos devem ser um exclusivo dos portugueses étnicos (ou portugueses de sangue), de forma a garantir que Portugal continue na posse do seu verdadeiro dono, isto é, o povo português. O mínimo que se deve exigir a um imigrante que venha viver para Portugal é que seja honesto e trabalhador, isto é uma obrigação dos imigrantes, que como estão numa terra estrangeira devem se comportar de forma digna, não é nenhum favor que fazem, até porque os imigrantes supostamente veem para cá com o objectivo de trabalhar e encontrar melhores condições de vida e não para se meter em assuntos políticos (e não só) que apenas dizem respeito aos portugueses de verdade.
     Apenas para se ter uma ideia da completa alienação por parte desses malucos (que é o que são), vejamos uma das pérolas do José Falcão: "a SOS já conseguiu «mudar mentalidades», mas «infelizmente subsistem atitudes racistas e existe um Estado que tem leis racistas e xenófobas." Fica a pergunta de quê forma, o Estado tem leis racistas e xenófobas? Só se for contra os próprios portugueses étnicos, tendo em conta que os traidores que "governam" Portugal promovem um verdadeiro genocídio étnico contra o povo português (já que o multi-culturalismo e a invasão imigrante constitui na prática um genocídio).
        Tal posição, revela a hipócrisia dos activistas do SOS racismo, por um lado incentivam o racismo e a xenofobia, ao defenderem a invasão imigrante e o multi-culturalismo. Visto que o aumento do racismo e da xenofobia em Portugal é uma reacção legítima de auto-defesa dos nativos portugueses perante o multi-culturalismo (genocídio cultural) e a imigração descontrolada (que está literalmente a destruir Portugal, provocando o aumento da criminalidade, desemprego, redução dos salários e destruição da identidade nacional do povo português).  Portanto é contraditório assumir-se contra o racismo e a xenofobia mas ao mesmo tempo defender políticas que provocam o aumento desse tipo de sentimentos (como o multi-culturalismo e a imigração em massa), mas é exactamente isso que os malucos do SOS fazem.
     Uma outra coisa, que os portugueses patriotas se devem acautelar, é do veneno que essa organização racista anti-portuguesa e anti-branca espalha e continua a espalhar nas escolas junto de crianças portuguesas com falta de capacidade argumentativa e uma opinião formada sobre os assuntos abordados, algo que os militantes do SOS racismo se aproveitam para promoverem uma verdadeira lavagem cerebral às crianças, para que estas defendam valores aberrantes como o multi-culturalismo e o anti-nacionalismo.
       Até as várias falácias defendidas pelos pseudo anti-racistas são contraditórias. A maioria dos auto-intitulados anti-racistas, resume a complexidade do ser humano a um esteriotipo de dominações, ou seja, para eles o africano será sempre o eterno oprimido e explorado. Portanto de certa forma, a maioria dos auto-intitulados "anti-racistas" são as pessoas mais racistas que existem...

domingo, 12 de setembro de 2010

Circo, Palhaços e Ciganos

A palhaçada com o caso dos ciganos "expulsos" de França tem dado muito que falar, muita pseudo-indignação por parte de uma certa esquerda e infelizmente muitas deturpações e mal entendidos. A questão é, os ciganos forma por direito próprio um grupo nacional ou etnico, com os seus próprios hábitos e costumes, claro que devemos condenar actos de violência gratuita contra ciganos. Como cristão, condeno obviamente a violência, especialmente a motivada por natureza religiosa e etnico. Mas isso não significa que temos de ser alienados ou tentar esconder os problemas. Quer se goste quer não existe uma "questão cigana" na Europa. Existe essa questão porque os ciganos que estão na Europa, apesar de muitos já viverem à muitas gerações no continente não são nem nunca serão verdadeiros europeus, estão portanto excluídos do Estrato Cultural Europeu", tem uma identidade etnica e cultural totalmente diferente dos índigenas europeus. E na Europa quer se goste quer não, por regra, a nacionalidade sempre foi sinónimo de etnia. Ao contrário do que muitas idiotas pensam raça e etnia são conceitos distintos. A raça refere-se unicamente a algumas diferenças físicas e antropologicas existentes dentro da espécie humana, enquanto pelo contrário o termo etnia é bastante mais restrito (porque dentro de uma determinada raça existem muitas etnias) e envolve conceitos como cultura, religião, costumes e ancestralidade comum.
      Apesar de existir muita diversidade de nacionalidades e culturas no Continente Europeu, todos os índigenas europeus pertencem ao mesmo Estrato Cultural e Civilizacional Europeu, e esse estrato cultural europeu existem vários sub-estratos culturais (o francês, alemão, russo, português, italiano e grego por exemplo). As diferentes Nações Europeias sempre foram mono-culturais, portanto não faz sentido tentar importar modelos sociais estrangeiros (como o modelo multi-cultural brasileiro ou canadiano) para a Europa, porque goste-se quer não o multi-culturalismo não é nenhuma vantagem nem trouxe nenhum real benefício para os nativos europeus, antes pelo contrário, a promoção do multi-culturalismo no Velho continente constitiu um verdadeiro cancro para a Civilização Europeia. Outro conceito totalmente diferente e que pode trazer alguns benefícios é o inter-culturalismo ou trocas bastante selecionadas entre diferentes culturas, a isso eu não me oponho. Até porque o ser humano possui uma notável capacidade de adaptação e a troca de conhecimentos muitas vezes è benéfica para a espécie humana. E a Europa, tem antes demais algo que a distingue sobre vários aspectos dos outros continentes, tem os seus próprios caracteres diferenciadores. A Europa sempre foi a Terra do Homem Branco e apenas nos temos de orgulhar disso, e além do mais é um continente cristão à mais de 1500 anos. A verdadeira Europa não é judaico-cristã como muitos idiotas dizem, mas antes céltica e cristã.
     Não se trata de defender qualquer tipo de pureza (seja racial ou etnica) como certos idiotas costumam de dizer, aliás eu nem sequer utilizei esse termo 'pureza'. Claro que raças puras não existem, da mesma forma que não existem culturas puras, a questão não é essa. Mas não é por isso, que devemos de deixar de defender a nossa identidade, o que a meu ver é algo bastante importante, e até considero perigoso que os indígenas europeus percam esse sentimento de pertença a algo. Algo que as elites que governam a Europa iriam de certeza adorar, para melhor poderem promover a globalização económica e a criação de um super-estado europeu.
    A ideia de tentar integrar a etnia cigana nas sociedades europeias foi e é um fracasso, porque os ciganos nunca se quiseram integrar, porque temem perder a sua cultura e portanto sempre se auto-segregaram. Portanto essa é a melhor solução, a segregação dos ciganos, assim como lhes retirar a nacionalidade portuguesa (ou francesa ou de outro qualquer país europeu que estamos a falar) porque não são etnicamente portugueses e lhes dar um estatuto de minoria estrangeira. Os ciganos de bem e honestos que também existem, apesar de serem uma minoria dentro da própria comunidade, devem ver a sua dignidade humana respeitada, mas devem ser privados da nacionalidade na Europa. Não se trata de racismo como certos idiotas possam pensar, mas sim de um nacionalismo identitário, totalmente legítimo por parte dos indígenas Europeus. E vamos nos deixar de hipocrisias, tanto em Portugal, como na França ou em outro qualquer país europeu, a maioria dos ciganos são escumalha, essa é a verdade politicamente incorrecta que muita gente não gosta de ouvir. A maioria dos ciganos que vivem em Portugal são parasitas sociais, que apesar de ganharem bom dinheiro com o tráfico e nas feiras (exemplos disso são as carrinhas deles e antenas de TV Cabo que existem em algumas 'barracas' dos ciganos) recebem ainda subsidios sociais, isso já para não falar na criminalidade e violência típica dessa comunidade.
     Quando falamos da presença dos ciganos na Europa, convém ainda desmistificar outro dogma, aquilo a que os próprios ciganos chama de "porajmos". Por muito que isso custe a ouvir a muita genete, os ciganos que viveram na Europa no período entre 1939 e 1945 nunca foram vítimas de genocídio nos territórios sob ocupação alemã. As autoridades nacional-socialistas alemãs simplesmente procederam à detenção da comunidade em campos prisionais adquados porque estes eram indigentes na sua maioria, criminosos e parasitas sociais, que nada fizeram de produtivo pela sociedade alemã. E apesar de como cristão me opor às leis de nuremberga, concordo que eles fossem privados da nacionalidade alemã porque não eram etnicamente ou culturalmente alemães. Portanto querer comparar o repatriamento voluntário dos ciganos na França com o internamentos dos ciganos por parte do regime nazi é uma idiotice.
    Mas voltanto ao assunto principal ou melhor ao "Circo", porque toda esta polémica acerca da falsa expulsão dos ciganos ilegais da França não é mais do que uma palhaçada. Antes demais convém esclarecer, que nenhum cigano foi efectivamente expulsos de França, os ciganos imigraram ilegalmente da Roménia (e outros países do Leste Europeu) para a Paris, e nada fizeram de produtivo pelo país de acolhimento e ainda por mais montaram acampamentos ilegais, dedicaram-se ao parasitismo social, à criminalidade, prostituição e outro tipo de ilicitos comuns à comunidade cigana. Ora a somar a tudo isso, o governo francês tinha de tomar medidas e se formos a ver o governo de Sarkozi até foi bastante branco ao criar um programa de repatriamento voluntário para os imigrantes ilegais ciganos em troca de uma compensação financeira em vez de os expulsar simplesmente (o que ao contrário do que é dito não aconteceu efectivamente). Ora convém distinguir termos como "espaço schengen" e "União Europeia" que não são exactamente a mesma coisa, já que vários países como a suíça e a noruega são signatários do acordo de Schengen mas não pertencem à UE, assim como países como a Bulgária e a Roménia pertencem à UE mas ainda não pertencem ao "espaço Schengen". Portanto dizer que a repatriamento dos ciganos é ilegal é falácia, assim como afirmar que é uma medida racista e xenofoba.
    Nesse circo que se montou, já surgiram os mais diversos palhaços desde o vigarista do Mário Soares ao afirmar que o repatraimento voluntário (e não a expulsão como falaram os merdia) dos ciganos é uma vergonha para a França, desde o Papa Bento XVI que apelou ao respeito pela legítima diversidade humana (ser um imigrante ilegal criminoso é uma diversidade legítima?!), a um padre francês amigo da comunidade cigana que assumiu publicamente que rezava para que o presidente Nicolas Sarkozy tivesse um ataque cardiaco, desde o ditador aposentado e senil Fidel Castro que chamou a medida de repatriamento de "holocausto racial" e classificou o goveno francês de extrema-direita, assim como algumas comparações absurdas por parte de ciganos que vivem na Roménia. Enfim existem palhaços para tudo o que é gosto.
      Agora a iniciativa de Paris em deportar imigrantes ilegais ciganos não é inédita, em 2008 o governo de Berlusconi expulsou da Itália vários ciganos ilegais provenientes da Roménia, mas nessa altura os palhaços não causaram tanto alarido. Mas apesar das ridiculas manifestações e protestos os repatriamentos de ciganos ilegais vão continuar.
    Como diz o ditado, "os cães ladram para a caravana passa".

sábado, 11 de setembro de 2010

Crescimento da "extrema-direita" em Portugal é alarmante

"Paulo Portas tem a agenda da extrema-direita. A mesma agenda que Pim Fortuyn tinha na Holanda e Nicolas Sarkozy tem em França. Por ser mais sofisticada e "liberal", esta nova extrema-direita é mais perigosa. O que lhe falta em boçalidade sobra-lhe em eficácia. " Daniel Oliveira, jornalista e militante do Bloco de Esquerda.

Bem, como podem ver o Daniel Oliveira, devia ser comediante em vez de ser jornalista. Se assim fosse, ele poderia ser hoje um excelente comediante (ou um bom palhaço) em vez de ser o que hoje é, um péssimo jornalista, mas enfim, cada um sabe da sua vida. De vez em quando, vou ler o blog "arrastão" do Daniel Oliveira para me rir um pouco e é melhor do que ver programas como o "prédio do vasco" e afins.
     O termo "extrema-direita" é um termo extremamente ambíguo que pode ser utilizado nos mais diversos contextos e pode ter os mais diferentes significados. O termo extrema-direita pode significar um ultra-nacionalismo e ultra-conservadorismo e no senso comum o termo é sinónimo de nazi-fascismo. Ideologias totalmente opostas e sem qualquer tipo de relação entre si, como o integralismo, sionismo, fundamentalismo islâmico, nazismo, franquismo, fascismo e salazarismo são ideologias cotonadas com a "extrema-direita". Personalidades como o antigo presidente americano George W.Bush, o marroquino Ahmed Rami, o actual líder da Nação do Islão Louis Farrakha, o antigo líder do PRONA o Dr.Eneas Carneiro e até mesmo o actual presidente da França Nicolas Sarkozi já foram e são classificados como de extrema-direita.
     Normalmente, na Europa, esse termo é usado para se referir (muitas vezes de forma depreciativa) vindos da esquerda (mas também de uma direira liberal) para se referir de forma depreciativa aos partidos e líderes nacionalistas na Europa, como a Frente Nacional do Le Pen, o BNP do Nick Griffin, o PNR do José Pinto Coelho e afins. Pessoalmente nem acho correcto confundir "extrema-direita" com nacionalismo, e alguns dos partidos da área nacionalista na Europa, como é o caso do Ataka na Búlgaria nem se assumem como de direita.
     Mas agora eu pergunto, não era o PNR que era rotulado de "extrema-direita", ou será que o PNR é de uma "extrema-direita" mais radical e o CDS de uma "extrema-direita" mais moderada? De qualquer das maneiras, o Daniel Oliveira foi incapaz de definir o que ele entende como sendo "extrema-direita", da mesma forma que foi incapaz de explicar porque determinados temas não podem ser submetidos a referendo, porque um criminoso apanhado em flagrande não pode ser julgado em 48 horas. E foi também incapaz de explicar porque o CDS e o Paulo Portas são perigosos, mas enfim. Mas o Daniel Oliveira, também parece ser incapaz de muita coisa (como é normal na área política a que pertence), mas uma coisa ele é bom a rotular, caluniar e a deturpar determinados acontecimentos com meias-verdades e falácias, nisso ele é realmente bom. Assim como a tentar demonstrar um nível moral que obviamente não tem.
       O mais engraçado foi o Sr.Daniel acusar o Paulo Portas de tentar explorar o medo e a irracionalidade das pessoas, quando esta é uma característica intriseca da extrema-esquerda desde o 25 de Abril. No mesmo artigo do jornal "expresso" de representar um novo tipo de populismo, como se ser populista fosse algo mau. Não é a esquerda e a extrema-esquerda também populista? Não são líderes socialistas da América Latina como Hugo Chavez e Evo Morales também populistas?!
    De qualquer forma isso de falar no bicho papão da "extrema-direita" e no seu suposto "crescimento alarmante" já chega a ser paranóia da extrema-esquerda alienada. Típico de gente incapaz de distinguir xenofobia com o ser a favor de mecanismo de controle e de selecção das políticas migratórias que é o que o CDS defende, e o militante do BE tem ainda de acusar do CDS de estar obcecado com a segurança nacional e a delincoencia, como se o aumento da criminalidade não fosse um assunto grave, fruto das políticas desastrosas dos nossos "governantes" nas últimas décadas.
    Para finalizar, não deixa de ser engraçado que um militante do BE (um partido de extrema-esquerda que resultou da fusão de vários grupelos de uma extrema-esquerda anti-democrática) venha agora acusar o Paulo Portas e o CDS de não serem democratas. Como se a democracia, fosse posse exclusiva da esquerda e extrema-esquerda, mas enfim...

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Banqueiro alemão é demitido por dizer a verdade

O militante destacado do SPD e actual membro do banco central alemão, Thilo Sarrazin, de 65 anos foi exonerado do seu cargo de membro do Banco Central, apenas por dizer a verdade, a verdade proibida que todos sabem, mas ninguém pode dizer. Ou seja, as consequências extremamente nefastas da invasão e colonização e invasão, (falar em imigração é eufomismo e florear a realidade dos factos) por parte de alianígenas extra-europeus (principalmente turcos) para a sociedade alemã.
     Sarrazin, publicou um livro "A Alemanha corre para a perda", em que mesmo antes da publicação do livro, alguns excertos da sua obra literária haviam sido duramente criticados por pessoas com fortes perturbações mentais, e que se recusam a ver a realidade, talvez porque não lhe convém. Até porque, apesar da invasão e a colonização por parte desses novos bárbaros ser bastante nociva para os indígenas alemães, é bastante lucrativa para o capital apátrida, já que provocam a redução dos salários ao importar mão-de-obra barata e colocam os trabalhadores nativos contra a parede (não querem trabalhar pelo salário mínimo e querem aumento dos salários? então fiquem no desemprego que os imigrantes ocupam os trabalhos pouco remunerados).
     O Partido “Os Verdes”, por intermédio da líder Renate Künast, defende que Sarrazin “danifica a imagem do Bundesbank”, “incita ao ódio” e que “a chanceler e o governo devem tirar as consequências”, numa referência ao afastamento do cargo no Banco Central alemão. A chanceler alemã Angela Merkel, aquela mesmo que comemorou a derrota do próprio país na IIGM, por seu lado, considerou as afirmações difamatórias(?!).
    Já não é a primeira vez que Sarrazin coloca o dedo na ferida, ao tocar nesse polémico assunto que é a política de imigração na Alemanha, numa entrevista no Outono passado o deputado do SPD afirmou que os imigrantes, sobretudo muçulmanos, “estavam a absorver o Estado” alemão, mostrando-se “incapazes de se integrar”. O líder do SDP, já afirmou que Sarrazin deve abandonar o partido. No entanto, caberá ao presidente alemão confirmar a decisão da administração do Bundesbank. Tudo aponta para que Christian Wulff dê seguimento à decisão sem precedentes, e por unanimidade, dos cinco membros do conselho executivo do banco com sede em Frankfurt.

      Este episódio é certamente parecido com aquela 'estória' de Hans Christian Andersen cujo título era "O Rei Vai nu".

sábado, 5 de junho de 2010

Menos um Comuna

Enfim, a morte de um Canalha  nunca deve ser motivo de tristeza, mas sim de júbilo. A morte desse traidor certamente não deixará saudades a milhares de portugueses, principalmente os "retornados" de Angola. A corja de criminosos do MPLA, entre os quais se destaca Eduardo dos Santos, o terrorista Presidente de Angola, não poderiam deixar de lamentar a morte do seu "camarada", conhecido como o "almirante Vermelho" pelas suas posições próximas do PCP.
     O almirante Vermelho foi logo convidado a integrar a Junta de Salvação Nacional na noite de 25 de Abril de 1974. A partir de Outubro de 74 até os acordos de Alvor ocupou o cargo de Presidente da Junta Governativa de Angola, tudo fazendo para beneficiar o MPLA na sua chegada ao poder, bem como defender a "integridade territorial" do novo estado Angolano. Após os acontecimentos de 25 de Novembro de 1975 afastou-se da ribalta dos acontecimentos políto-militares.
     Rousa Coutinho, se não foi o único, será certamente o principal responsável pelo desastroso processo de independência das nossas antigas províncias ultramarinas em África. Tudo fez para beneficiar uma potência estrangeira (neste caso a URSS) em deterimento dos interesses nacionais, tudo fazendo para que o MPLA alcança-se o poder do novo estado e incentivando o MPLA a atacar os portugueses brancos que vivam no território com o objectivo de estimular ao exôdo dos portugueses, promovendo assim um verdadeiro genocídio contra o seu próprio povo.
    Rousa Coutinho é antes de tudo um criminoso de guerra, o principal responsável pelo eclodir da guerra civil em Angola e pelo genocídio que os portugueses que lá viviam nesses territórios foram vítimas.
     Infelizmente morreu sem ser julgado merecidamente por todos os seus crimes, da mesma forma que traidores como o Cunhal também morreram impunemente, da mesma forma que traidores e vigaristas como o Mário Soares também morrerão impunemente.
    Existe uma entrevista desse canalha no youtube, para quem desejar saber quem realmente ele foi. Ou para conhecerem os seus podres, existe uma carta da sua autoria, a carta não é falsa como os alienados dos comunas afirmam, nunca ninguém provou que a carta é falsa, simples demagogia comunista. A carta é verdadeira e revela um período obscuro da nossa história:

Poucas Palavras para tão grande canalha!

sexta-feira, 4 de junho de 2010

O Luso-tropicalismo de Gilberto Freyre e o Estado Novo de Salazar

Gilberto de Mello Freyre nasceu a 15 de Março de 1900 no Recife e morreu a 18 de Julho de 1987. Exerceu a ocupação de antropologo, escritor, pintor e sociologo. E é considerado uma das maiores personalidades da História do Brasil.
    Em 1946 é eleito para a Assembleia Constituinte e em 1964 apoia o golpe militar contra João Goulart. Freyre escreveu vários livros, como "Casa grande e Senzala" 1933 e "O mundo que o Português criou" 1940, este último serviria de base de apoio à política colonial do governo português na década de 50 e 60. Gilberto Freyre desenvolveu ainda controversos conceitos como "democracia racial" e o "luso-tropicalismo". O termo "luso-tropicalismo" consistia em afirmar as particularidades da colonização portuguesa nos trópicas, procurando afirmar as diferenças com as colonizações de outras Nações Europeias, ou seja esta tese defende que como Portugal era um país de clima quente, geograficamente próximo de África e como esse território foi habitado por romanos, visigodos, mouros e outros povos na época pré-moderna, os portugueses eram na sua generalidade um povo mais amigável, mais humano e com melhor capacidade de adaptação a outros povos e culturas. Podemos encarar que a realidade social nas antigas colónias portuguesas de África eram o lado prático de toda a teoria de Gilberto Freyre, motivo pelo qual o governo português utilizou a tese de Freyre para defender a sua política colonial no pós-guerra para contonar as sanções da ONU e da comunidade internacional para proceder à descolonização.
     Porém Freyre procurava se distanciar da política ultramarina do governo português, já que segundo este autor o luso-tropicalismo era um movimento social e não político e por seu turno Salazar partilhou as ideias de Freyre para por conveniência do que por convicção, já que durante toda a década de 30 apôs-se à tese do luso-tropicalismo de Freyre. Portugal no tempo do Estado Novo poder-se-ia considerar um país multi-cultural porque era multi-continental, sem as colónias não faz sentido algum defender o luso-tropicalismo. Inclusive arrisco-me a dizer que se fosse vivo, Salazar seria actualmente contra o multi-culturalismo e a imigração em massa que tantas consequências nefastas trouxeram à Nação Portuguesa, Salazar porém não era xenofobo, era sim a favor de políticas de imigração controladas adaptadas ao interesse nacional, como foi o caso da migração de nativos africanos das colónias para Portugal a partir dos anos 60 para compensar a emigração portuguesa para outros países. Salazar como nacionalista ferranho que era, defendia a Missão Civilizadora de Portugal em África e também compreendia o papel importante que as províncias ultramarinas desempenhavam no desemvolvimento nacional, por isso "apadrinhou" o luso-tropicalismo de Gilberto Freyre. No tempo do Estado Novo, era compreensível que se defende-se a tese do luso-tropicalismo, afinal era uma justificação para a legítima missão civilizadora que Portugal vinha desempenhando em África desde à quase 5 séculos e também porque proporcionada a proliferação da cultura portuguesa entre os nativos africanos e não o contrário.
      De qualquer forma o projecto do Estado Novo de criar uma sociedade integrada, ou seja tentar adaptar as teses de Freyre a Portugal e às suas colónias falhou totalmente como se verificou após o 25 de Abril. E não poderia ser de outra forma, basta levarmos em linha de conta que a almejada "sociedade integrada" pelo governo português ia contra a "realpolitik" da Guerra Fria, em que tanto os países comunistas da Europa de Leste como os EUA e até mesmo a China promoviam o ódio tribal no continente africano de modo a favorecer os seus próprios interesses.
     O Luso-tropicalismo de Freyre recebeu também várias críticas de sectores marxistas a partir da década de 50, por considerarem uma ideologia que justifica o colonialismo, ora essa crítica trata-se de um erro matadológico já que o luso-tropicalismo não é uma ideologia política, mas antes uma teoria interdisciplinar de base sociológica.
     Porém ao que parece a aplicação do luso-tropicalismo não morreu após a revolução dos cravos e muito menos após a independência das nossas colónias africanas. Talvez essa tenha sido uma herança do Estado Novo que tenha perdurado da nossa actual IIIRepública, mas agora com um nome diferente, a lusofonia. Portugal sempre foi um país mono-cultural com uma entidade nacional bem defenida, Portugal é antes de mais um país europeu, que tem o seu próprio substrato dentro da cultura Europeia, somos um país europeu e latino com as nossas particularidades e como tal não faz sentido falar em lusofonia. Devemos sim, antes meditar sobre a noss Portugalidade. Porém existe uma grande diferença entre o luso-tropicalismo do Estado Novo e a lusofonia da nossa actual República. Porque apesar de tudo, o Portugal metropolitano era uma região bastante homogenea culturalmente falando e o luso-tropicalismo servia para promover a nossa cultura em outras terras, enquanto que pelo contrário a actual lusofonia tem como objectivo promover culturas alianígenas dentro do território português, querendo transformar a nossa Pátria numa terra multi-cultural, de forma a diluir e destruir a identidade do nosso povo.
   Somos antes de mais portugueses, e é disso que nos devemos orgulhar. Nascemos portugueses e assim vamos morrer.

sábado, 22 de maio de 2010

A raça portuguesa


A nossa língua portuguesa é bastante matreira, prova disso é que existem vários termos com significado ambíguos. Uma dessas palavras é o termo "raça", que pode ter vários significados diferentes conforme o uso, e por vezes pode gerar mal entendidos. Um dos significados mais comuns é se referir às diferenças antropológicas dentro da espécie humana, e nesse sentido não se pode negar a noção de raça, já que existem diferenças, não que existam raças superiores ou inferiores, já que essas diferenças não são suficientes para hierarquizar as diferentes raças. Porém hoje em dia é politicamente correcto afirmar que raça não existem raça é só uma a raça humana. Nada mais falso, não existe raça humana, o que existe é sim espécie humana. Portanto reconhecer a noção de raça nesse sentido não tem como objectivo dividir a humanidade como um todo, mas antes reconhecer as diferenças. Cada pessoa deve se orgulhar de ser como é, não faz sentido ninguém ter vergonha de ser como é, um negro deve se orgulhar de ser negro, um oriental de ser oriental, um branco de ser branco e por aí fora. Aquilo que dá mais "piada" à humanidade é a diferença, específicas de cada povo. E essas diferenças devem ser preservadas, respeitando contudo as diferenças, isso não é racismo, é ser identitário.
     O termo "raça" pode se referir ainda a um clã/família, para se referir a determinadas características de uma família. Como por exemplo, "a raça dos Pereira é muito esperta", ou ainda esse termo pode ser usado para se referir à herditariedade num sentido mais amplo.
    O outro significado menos comum para "raça" será se referir a um determinado povo, referir a determinadas características específicas de cada povo, a sua identidade nacional, a sua língua, cultura, religião, ética, moral etnia, etc.
    Poderão perguntar os leitores, o que vem a ser afinal identidade nacional? Podemos definir identidade nacional como sendo simplesmente tudo o que diferencia um povo do outro. E podem ser utilizados vários factores nessa diferenciação. Convém ainda lembrar aos apátridas, que a humanidade por si só não existe, o ser humano sozinho não existe. O homem é antes de mais um animal social, e esse será sem dúvida um dos maiores erros do liberalismo, reduzir o ser humano à sua exclusiva individualidade. Não se pode separar então a humanidade de noções como família, clã, cultura e Nação, porque sem isto a humanidade não existe, pura e simplesmente.
    No tempo do Estado Novo em Portugal era comum utilizar o termo "raça portuguesa", este termo ao contrário do que muitos erroneamente podem pensar não se referia unicamente aos portugueses indo-europeus, porque apesar de a maioria de população portuguesa ser de raça branca, para ser português não é preciso ser-se branco, como é óbvio. O termo "raça portuguesa" na concepção de peronalidades como Salazar referia-se então às individualidades do povo português em contraste com os outros povos, procurando assim colocar em contraste as características peculiares da Nação Portuguesa.
     Porque a questão é essa, o que enriquece a humanidade é a diversidade típica de cada nação, cada "raça" (ou cada povo) tem o direito de preservar a sua identidade e se defender do multi-culturalismo e da globalização económica, assim como da imigração em massa(que na prática se traduz numa invasão e colonização).
     Para entendermos exactamente o que é a "Portugalidade" temos de conhecer a nossa história, antes e depois da fundação da Nação Portuguesa. O Cristianismo e a cultura celta são partes integrantes da "Portugalidade" e da formação da nossa identidade. O povo português é um povo português, e espero que assim continue a ser. Apesar de os povos pagãos europeus terem se convertido ao cristianismo, permaneceram sempre algumas influências do paganismo no catolicismo, que ainda hoje é possível observar. O uso comum do adjectivo depois do substantivo na nossa Língua portuguesa (ao contrário do latim e das actuais línguas germânicas), isso já para não falar em tantas palavras de origem celta na língua portuguesa, é apenas mais uma evidência da forte influência céltica na formação da nossa identidade. Nos dias actuais, não é apenas uma escolha (re) descobrirmos a nossa "Portugalidade" mas antes de tudo uma questão de sobrevivência enquanto povo. Somos indo-europeus e portugueses, e devemos nos orgulhar da nossa ancestralidade.
   A nossa identidade tem o factor material (língua, cultura, etnia, território) e o lado espiritual (moral, ética e religião), esses 2 factores são inseparáveis. Como diria o Salazar, a Nação é sobretudo uma entidade moral.
     Tendo em conta tudo isso, não se compreende toda a histeria por parte dos comunas, quando em 2008, o presidente da República, se referiu ao 10 de Junho como o dia da "raça portuguesa", mas claro, para os comunas apátridas, só ouvir falar em "identidade nacional" já causa repulsa.
Por um Portugal Português, numa Europa Europeia.

sábado, 17 de abril de 2010

A saudação Romana: Ontem e hoje com o mesmo orgulho em ser Europeu

A bem conhecida "Saudação Romana", executada inicialmente pelos soldados romanos, possivelmente como cortesia militar. É uma saudação feita com o braço levantado para a frente, com a palma da mão esticada e para baixo.
Infelizmente, muita gente actualmente tem uma visão deturpada sobre a origem e o significado, atribuindo tal gesto a ideologias de 'extrema-direita' (como o fascismo e nacional-socialismo). Nada mais falso, tal saudação é neutra em relação a qualquer tipo de ideologias políticas, e exprime unicamente o orgulho da nossa civilização e o orgulho de sermos Europeus.


Soldados Romanos a fazer a saudação.






Nacionalistas Europeus.


Nacionalistas africânderes a fazerem a saudação romana no funeral de Terre'Blanche.


Nacionalistas portugueses da "Ordem Nova".

domingo, 4 de abril de 2010

Líder Nacionalista afrikander Eugenne Terreblanche assassinado



Eugenne Terreblanche de 69 anos, foi ontem, dia 3 de Abril assassinado por 2 empregados negros,na sua quinta no nordeste do país. Em causa deverão estar uma discussão por causa de salários em atraso, os 2 homens de 15 e 21 anos respectivamente já foram detidos pela polícia. O presidente da África do Sul Jacob Zuma já classificou o homícidio do líder do AWB como grave e disse que os responsáveis irão ser punidos, apelou também á calma e que para esse crime não incentivasse ao ódio racial na África do Sul.
Desde que a quadrilha de criminosos tomou o poder em 1994 até agora estima-se que já tenham sido assassinados 3 mil fazendeiros brancos, naquilo que para muitos dentro da comunidade branca já é considerado um verdadeiro genocídio contra os sul-africanos de ascendência europeia.
Recentemente uma música do tempo do "apartheid" que costumava ser cantada pelo líder da juventude do ANC, Julius Malema, editou recentemente uma antiga canção entoada nos tempos da luta contra o Apartheid cujo refrão apela à "morte dos boers". A justiça sul-africana apressou-se a ilegalizar esta canção criticada por várias associações por incitar a violência racial.


Notícias relacionadas com a morte de Terreblanche nos media:
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/04/03/mundo,i=183689/LIDER+DA+EXTREMA+DIREITA+E+ASSASSINADO+NA+AFRICA+DO+SUL.shtml

http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1556215-5598,00-PRESIDENTE%20SULAFRICANO%20PEDE%20CALMA%20APOS%20ASSASSINATO%20DE%20LIDER%20DA%20EXTREMADIREI.html

http://www.publico.pt/Mundo/temese-uma-situacao-explosiva-na-republica-da-africa-do-sul_1430732

http://www.publico.pt/Mundo/temese-uma-situacao-explosiva-na-republica-da-africa-do-sul_1430732

Mas quem era realmente Terreblanche? Terreblanche era um nacionalista bôer que lutava por uma pátria independente para o seu povo para se defender contra a tirania do governo criminoso e racista do ANC. Por isso e só por isso, no dia da sua morte é vítima de todo o tipo de mentiras e calúnias, como ser chamado de nazi, de extrema-direita, racista etc.

sábado, 2 de janeiro de 2010

A aberração pseudo-cultural do Multi-culturalismo


Hoje em dia, é muito comum, ver mais uma estúpida tentativa de 'estupidificação' e reeducação por parte dos media manipuladores,promovendo um autentico genocídio cultural contra os povos europeus, a que muitos se referem com o eufemismo de "multi-culturalismo". Ser contra o multi-culturalismo não é uma atitude de intolerância para com pessoas de diferentes culturas. Cada Nação tem a sua cultura que tem os seus factores diferenciadores das culturas de outras nações, e que devem ser defendidos e preservados. Principalmente quando se trata dos países europeus que foram sempre tradicionalmente mono-culturais, existiram sempre nos países europeus uma homogeneidade e unidade étnica e cultural, algo que sempre foi bastante importante para manter a coesão e evitar divisões desses países.
Seria engraçado, se não fosse trágico, que não se promova também o "multi-culturalismo" em outras paragens, como no continente africano ou asiático, mas ao que parece devido ao politicamente correcto só os europeus tem a obrigação de promover a tolerância, diversidade e o multi-culturalismo. Algo que a meu ver, se pode tornar bastante perigoso. É certo que não existem aquilo a que podemos chamar de "culturas puras" mas isso não pode ser usado para defender o indefensável, ou seja para promover o 'multi-culturalismo'. Se é certo que as diversas tem diversas influências de outras culturas, o facto é que cada nação tem a sua própria cultura adaptada á sua realidade, pelo que não faz sentido promover culturas alienígenas que nada tem a ver com a cultura nativa de uma determinada região. Sendo assim, o multi-culturalismo provoca invariavelmente a diluição e inclusive a destruição da cultura nativa. Cultura e o multi-culturalismo são duas realidades antagónicas, que nunca se poderão combinar, tal como a água e o azeite.
A Cultura acaba, quando começa o "Multi-Culturalismo".