sábado, 18 de outubro de 2014

Universidade de Coimbra mete água

Nesta quarta-feira (15/10/2014) entrei na sala de leitura, localizada no primeiro piso, da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra. Quando entrei fiquei surpreendido com gotas de água a cair dentro da sala!
    Para ser mais exacto as gotas de água caiam apenas sob algumas mesas que estavam no centro da sala (localizadas acima da abobada) nas quais estavam panos para absorver a água que caia. Quando questionei uma das funcionárias sobre a lamentável situação, foi-me dito que tal situação era "normal" em dias de forte precipitação e que era algo que já se registava à algum tempo. Foi-me dito pela mesma funcionário que a reitoria ainda não tem uma data definita para proceder às obras necessárias pelo facto de as mesmas envolverem "verbas avultadas".
    Como se já não bastasse o fecho das cantinas e de outros serviços da UC, ainda assistimos a uma escandalosa degradação das instalações da Universidade.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Maré negra invade centro comercial Vasco da Gama

Os desacatos provocados no centro Vasco da Gama (dos quais quatro polícias ficaram feridos e levou à detenção de quatro jovens), dia 20 de Agosto de 2014 por um grupo de pretos, é apenas mais uma "vantagem" do multiculturalismo e da invasão imigrante. O meet, promovido nas redes sociais, juntou cerca de 600jovens vindos dos bairros sociais nos arredores de Lisboa, dos quais cerca de 150 entraram no centro comercial a onde espalharam a confusão.
     Nós os nacionalistas portugueses, com especial destaque para o PNR, temos alertado já desde há bastante tempo para as consequências da invasão imigrante, do multiculturalismo, da impunidade dos criminosos e da falta de protecção das nossas forças de segurança.
    Os resultados desta política criminosa seguida nas últimas décadas pelos diversos governos está à vista: aumento da criminalidade e da insegurança, incremento dos conflitos étnicos e sociais, aumento do desprego e precariedade, falta de meio das forças de segurança para manterem a ordem, destruição da identidade nacional etc.
      Como já afirmei várias vezes, Portugal tem vindo a transformar-se em muitos aspectos num "Brasil da Europa", e a importação desse tipo de "meets" é disso um exemplo. São os conhecidos "rolezinhos", a onde os jovens vindos das favelas das grandes cidades brasileiras se juntam nos shoppings nos centros das cidades, com o objectivo de conviver, mas que na prática acabam sempre por espalhar o caos e a desordem nesses centros comerciais.
    O mais triste nessa história toda é ver alguns idiotas como João Torres (líder da Juventude Socialista) e um grupo de dementes agrupados numa associação que se intitula "SOS racismo" condenar a acção das forças policiais, ao mesmo tempo que protegem e amparam os criminosos e marginais que provocam esse tipo de desacatos.
   No mais, apenas posso partilhar a minha solidariedade para com as nossas forças de segurança.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Há salários que os portugueses não querem

No expresso desta semana saiu um artigo no mínimo caricato na secção de economia, que mostra bem a "excelência" e a "isenção" da imprensa liberal portuguesa, sempre acorrentada a mitos politicamente correctos que só engana mesmo quem quer ser enganado.
       O dito artigo tive a dignidade de fazer capa na edição do Expresso do dia 3 de Maio (Sábado) na secção de Economia. O texto jornalístico que se encontrava na página 18 e 19 tinha como títulos "Empregos que ninguém quer" refere-se à dificuldade que alguns empresários da área da agricultura tem em encontrar mão-de-obra portuguesa e por isso recorrem a mão-de-obra estrangeira. O que eu achei estranho no artigo (e isso os jornalistas do expresso não explicaram) foi o motivo de os portugueses recusarem empregos na agricultura em Portugal mas depois trabalharem temporariamente no sector agrícola em outros países, como a França e a Suíça, na apanha da maçã e na vindima. Realmente é estranho. Será porque o clima torna a prática agrícola nesses países mais agradável? Ou o segredo estará na remuneração? Pois, tendo em conta que Portugal tem um salário mínimo bruto no valor de 485€ a resposta está encontrada porque muitos portugueses nunca aceitaram certo tipo de trabalhos.
  E a resposta por parte do capital para resolver esse "problema" foi sempre recorrer a mão de obra estrangeira e à imigração em massa para evitar pagar aos trabalhadores nacionais o que eles mereciam.