sexta-feira, 29 de abril de 2011

Uma final portuguesa?! Com certeza, mas só de nome

Com a vitória do Futebol Clube do Porto frente em Vila Real por 5-1 no estádio do Dragão a passagem do FCP à final da Taça da Europa em Dublin, dia 18 de Maio, está quase garantida, a dúvida será apenas qual das duas equipas portuguesas (o Benfica ou o Sporting de Braga) irá enfrentar o Porto.
      Os media após o jogo de ontem falaram em tom de júbilo, que iria haver uma final portuguesa em Dublin. Eu apesar de ser nacionalista não vejo nenhum motivo para festejar em ter 2 equipas portuguesas na final da Taça Europa, quando essas equipas estão cheias de elementos estrangeiros e quase não têm portugueses étnicos. No que diz respeito à questão da identidade, o estado do futebol (e do desporto em geral) em Portugal e na Europa é simplesmente deplorável. O caso mais grave é a selecção de futebol "francesa" que parece mais uma equipa africana que europeia. Mas no caso português também não existe motivo para celebrar, além de de a selecção portuguesa de futebol estar cheia de brasileiros e outros alienígenas, no atletismo Portugal está (infelizmente!) representado por elementos estrangeiros como a Naide Gomes e pelo Francis Obikwelo.
    A escória de apátridas defensora da aberração chamada multi-culturalismo, quando ouve falar em identidade e nacionalismo começa logo a berrar "racismo", "xenofobia" etc. Mas de gente limitada não se pode esperar muito mais. No que diz respeito às selecções nacionais na Europa, estas não devem ser nacionais só de nome, mas deveriam ser compostas exclusivamente por nativos desse mesmo país, no que diz respeito aos clubes de futebol a entrada de jogadores estrangeiros também deveria ser fortemente restringida (como limitar no 11 inicial a permanência de 2 ou 3 estrangeiros no máximo). Eu sou nacionalista, e por ser nacionalista nunca apoiaria a selecção do meu país (por não ser composta apenas por portugueses étnicos), nem me sinto representado por atletas como o Obikwelo ou a Naide Gomes. Prefiro ser representados por atletas mais fracos, mas da minha etnia, do que por alienígenas de grande competição.
    Para concluir apesar de não ser a favor da ingerência política no desporto, este deve ser guiado por uma ética nacionalista. O desporto deve representar o povo e os desportistas devem ser apenas pessoas do povo e não estrangeiros.

sábado, 9 de abril de 2011

Distribuição de propaganda em Pombal

Hoje, Sábado, dia 9 de Abril, alguns militantes e simpatizantes do PNR encontraram-se em Pombal onde efectuaram uma distribuição de propaganda na parte da manhã pela cidade.

domingo, 3 de abril de 2011

Entrevista com um antigo combatente

Recentemente recordou-se o início da guerra do ultramar há 50 anos atrás, quando os terroristas da UPA, iniciaram um massacre a 15 de Março, provocando a morte a milhares de pessoas, entre portugueses étnicos e indígenas africanos.
     Na Guiné as acções subversivas e terroristas começaram em inícios de 1963, enquanto em Moçambique a guerrilha só começou a actuar em 1964. Foram cerca de 800 mil portugueses (mais alguns milhares de pretos) que combateram no exército português durante esse período.
       Muito material tem sido produzido nas últimas décadas sobre o tema (entre livros, filmes, entrevistas, documentários etc), esta entrevista com o Ernesto, um veterano que lutou no exército, é apenas (mais) uma de muitas entrevistas realizadas ao longo dos últimos anos a vários ex-combatentes, que pretende dar a conhecer um pouco mais dessa parte da nossa História já estudada até à exaustão.

Depoimento:
Estive na tropa durante 28 meses (6 meses na metrópole e os restantes 22 meses na Guiné), entre 1964 e 1966. Em nenhum momento pensei em desertar, cumprindo assim o meu dever. Nunca fui ferido nos 2 anos que durou o meu serviço militar na Guiné, nem sofri até ao momento qualquer perturbação psicológica decorrida da minha experiência de guerra naquele país africano, mas assisti à morte de um camarada meu devido a um rebentamento de uma mina, e muitos outros companheiros meus foram feridos em emboscadas realizadas pelos guerrilheiros.
     Ao longo dos cerca de 22 meses que estive na Guiné, percorri todo o território Guineense e o que mais me marcou foi a vida difícil que levei na mata e os combates contra os terroristas.