quarta-feira, 23 de março de 2011

Muda-se de governo mas não se muda de ladrão

Foi com indiferença e desdém que assisti à demissão do primeiro-ministro José Sócrates e à queda do actual executivo. Não acho que a demissão do actual executivo e de um dos piores primeiros-ministros da actual e podre III República seja algo benéfico ou prejudicial para a nação portuguesa, pelo facto de o sistema de destruição nacional continua, independentemente de ser o PS ou o PSD que esteja à frente do governo. Como português e nacionalista é com tristeza que assisto à destruição da minha Pátria e a esse rotativismo político que não representa nenhuma alternativa viável para Portugal.
      Em meados de Junho irão realizar-se novas eleições, que provavelmente serão ganhas pelo traidor e apátrida neo-liberal do Pedro Passos Coelho, o governo de destruição nacional (que já dura à quase 4 décadas) irá manter-se, com a destruição de Portugal enquanto Estado soberano, a perda de identidade e degradação da economia nacional, portanto como diz o provérbio popular: "muda-se de moleiro, mas não se muda de ladrão".
   Eu pessoalmente não tenho dúvidas, na escolha do partido em que irei votar nas próximas eleições legislativas, irei votar no partido do qual sou militante, o Partido Nacional Renovador, porque apesar de ser um partido pequeno e sem representação parlamentar, é um partido sério e transparente, é o único partido que defende os interesses de Portugal, e defender os interesses de Portugal é defender um Portugal português (na identidade) e soberano (em termos políticos e económicos), além de o PNR, ao contrário de outros partidos não andar metido em crimes de colarinho branco. E por muito que o "engenheiro"(?!) Pinóquio insista em falar em responsabilidade e defesa dos interesses nacionais, responsável é algo que ele não é nem nunca foi, e isso é por demais evidente na actuação criminosa do executivo do Partido Socialista, e na verdade o José Sócrates ,assim como todos os restantes traidores, defendem os seus próprios interesses e do grande capital apátrida (cujo braço político é a União Europeia) os quais servem como cães.

"Há um idiota no poder, mas os que o elegeram estão bem representados". Lyndon Johnson

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