terça-feira, 8 de novembro de 2011

Vão votar para a vossa terra

A cada dia que passa mais se notam os efeitos nocivos que a invasão imigrante e o multi-culturalismo trazem para a Europa. Desta vez, alguma organizações criminosas (não gosto de usar eufemismos como "organizações anti-racistas" e de "apoio aos imigrantes") defenderam o direito de voto dos estrangeiros em Espanha. Defendem o lema: "Aqui vivo, Aqui voto". Um lema que além de demagógico,beira ao ridículo. A bem da defesa de um regime verdadeiramente democrático só os povos nativos da Europa devem exercer o direito de voto e ter direitos políticos, esses direitos devem ser completamente vedados aos estrangeiros (tal como acontecia num regime verdadeiramente democrático, alguns milénios atrás, em Atenas).
     Democracia para os mais distraídos significa "poder do povo" e o povo espanhol ao ter de partilhar a sua soberania sobre a sua própria Pátria está a perder o poder e o controlo do seu próprio país, o que acarreta a destruição do regime democrático. Isto apesar de se tivermos em conta o significado original da palavra democracia chegarmos à conclusão óbvia de que nenhum país europeu pode ser classificado como tal, mas isso já é outra questão.
     Democracia e liberdade de expressão não podem de qualquer forma ser confundidos com criminalidade ideológica e impunidade face a crimes de traição e conspiração. Defender abertamente ideias que vão contra os interesses da nação e do povo não é "liberdade de expressão", constituem verdadeiros crimes que assim devem ser encarados quer pelo Estado ou pela sociedade.
      Numa nação verdadeiramente democrática apenas os elementos desse povo/grupo étnico devem poder intervir na vida pública da nação, o facto de um estrangeiro viver nesse país ou pagar os seus impostos (o que nada mais é do que uma obrigação) não lhe dá o direito em meter-se em assuntos que não lhe dizem respeito.
     O facto de essas organizações ditas "anti-racistas" e de "apoio dos imigrantes" começarem a fazer campanha pelo direito de voto dos imigrantes apenas revela o perigo real de subversão que a invasão imigrante representa para as nações europeias. Isso não nos faz lembrar nada? Não é parecido com um certo cavalo também para os lados da península balcânica?
   No mais um imigrante honesto e trabalhador apenas se preocupa em trabalhar e levar uma vida digna, não tem tempo para se preocupar com questões que não lhe dizem respeito. Pelo que todas as "organizações de imigrantes" devem pura e simplesmente ser banidas.
   Em relação aos imigrantes que exigem direito de voto, eu apenas tenho a dizer:
Vão votar para a vossa terra.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Uma final portuguesa?! Com certeza, mas só de nome

Com a vitória do Futebol Clube do Porto frente em Vila Real por 5-1 no estádio do Dragão a passagem do FCP à final da Taça da Europa em Dublin, dia 18 de Maio, está quase garantida, a dúvida será apenas qual das duas equipas portuguesas (o Benfica ou o Sporting de Braga) irá enfrentar o Porto.
      Os media após o jogo de ontem falaram em tom de júbilo, que iria haver uma final portuguesa em Dublin. Eu apesar de ser nacionalista não vejo nenhum motivo para festejar em ter 2 equipas portuguesas na final da Taça Europa, quando essas equipas estão cheias de elementos estrangeiros e quase não têm portugueses étnicos. No que diz respeito à questão da identidade, o estado do futebol (e do desporto em geral) em Portugal e na Europa é simplesmente deplorável. O caso mais grave é a selecção de futebol "francesa" que parece mais uma equipa africana que europeia. Mas no caso português também não existe motivo para celebrar, além de de a selecção portuguesa de futebol estar cheia de brasileiros e outros alienígenas, no atletismo Portugal está (infelizmente!) representado por elementos estrangeiros como a Naide Gomes e pelo Francis Obikwelo.
    A escória de apátridas defensora da aberração chamada multi-culturalismo, quando ouve falar em identidade e nacionalismo começa logo a berrar "racismo", "xenofobia" etc. Mas de gente limitada não se pode esperar muito mais. No que diz respeito às selecções nacionais na Europa, estas não devem ser nacionais só de nome, mas deveriam ser compostas exclusivamente por nativos desse mesmo país, no que diz respeito aos clubes de futebol a entrada de jogadores estrangeiros também deveria ser fortemente restringida (como limitar no 11 inicial a permanência de 2 ou 3 estrangeiros no máximo). Eu sou nacionalista, e por ser nacionalista nunca apoiaria a selecção do meu país (por não ser composta apenas por portugueses étnicos), nem me sinto representado por atletas como o Obikwelo ou a Naide Gomes. Prefiro ser representados por atletas mais fracos, mas da minha etnia, do que por alienígenas de grande competição.
    Para concluir apesar de não ser a favor da ingerência política no desporto, este deve ser guiado por uma ética nacionalista. O desporto deve representar o povo e os desportistas devem ser apenas pessoas do povo e não estrangeiros.

sábado, 9 de abril de 2011

Distribuição de propaganda em Pombal

Hoje, Sábado, dia 9 de Abril, alguns militantes e simpatizantes do PNR encontraram-se em Pombal onde efectuaram uma distribuição de propaganda na parte da manhã pela cidade.

domingo, 3 de abril de 2011

Entrevista com um antigo combatente

Recentemente recordou-se o início da guerra do ultramar há 50 anos atrás, quando os terroristas da UPA, iniciaram um massacre a 15 de Março, provocando a morte a milhares de pessoas, entre portugueses étnicos e indígenas africanos.
     Na Guiné as acções subversivas e terroristas começaram em inícios de 1963, enquanto em Moçambique a guerrilha só começou a actuar em 1964. Foram cerca de 800 mil portugueses (mais alguns milhares de pretos) que combateram no exército português durante esse período.
       Muito material tem sido produzido nas últimas décadas sobre o tema (entre livros, filmes, entrevistas, documentários etc), esta entrevista com o Ernesto, um veterano que lutou no exército, é apenas (mais) uma de muitas entrevistas realizadas ao longo dos últimos anos a vários ex-combatentes, que pretende dar a conhecer um pouco mais dessa parte da nossa História já estudada até à exaustão.

Depoimento:
Estive na tropa durante 28 meses (6 meses na metrópole e os restantes 22 meses na Guiné), entre 1964 e 1966. Em nenhum momento pensei em desertar, cumprindo assim o meu dever. Nunca fui ferido nos 2 anos que durou o meu serviço militar na Guiné, nem sofri até ao momento qualquer perturbação psicológica decorrida da minha experiência de guerra naquele país africano, mas assisti à morte de um camarada meu devido a um rebentamento de uma mina, e muitos outros companheiros meus foram feridos em emboscadas realizadas pelos guerrilheiros.
     Ao longo dos cerca de 22 meses que estive na Guiné, percorri todo o território Guineense e o que mais me marcou foi a vida difícil que levei na mata e os combates contra os terroristas.

domingo, 27 de março de 2011

Em defesa da língua de Camões

Ontem, dia 26 de Março de 2011 participei (juntamente com outros camaradas) num protesto organizado pelo PNR contra o acordo ortográfico, no Largo Camões em Lisboa por volta das 16:00h. Os organizadores do protesto, fizeram uma recolha de assinaturas contra o "acordo ortográfico". Sempre fui desde a primeira hora contra essa aberração do acordo ortográfico, quando os políticos (apátridas e traidores) se metem em assuntos que não dominam, nunca dá bom resultado.
       É inegável que as línguas evoluem, a manifestação patriótica de ontem não tinha o objectivo de colocar isso em causa. Mas o que está em causa é a forma com a nossa língua evolui, a Língua de Camões faz parte da nossa identidade enquanto povo e deve ser preservada, e não adulterada, como pretende o acordo abortográfico entre Portugal e os outros países lusófonos. Além do mais, a principal diferença entre o português europeu e o dialecto brasileiro é principalmente no sotaque (no sotaque brasileiro, porque não existe sotaque português, porque a língua é nossa), porque o português escrito é muito semelhante nos dois países, mas nenhum acordo poderá alterar a pronúncia de um povo. Mas os nossos políticos nem visão tem para se aperceberem disso.
      O acordo ortográfico além de possuir vários erros e incoerências, gerando assim uma grande confusão nas pessoas, é motivado principalmente por razões económicas e não por fundamentos linguísticos ou gramaticais. Por outro lado, a defesa de uma hipotética "unidade linguística" entre os diversos países lusófonos é uma falácia, é uma falácia porque é normal e benéfico que existam diferenças entre o português nos vários países lusófonos, devido às diferenças culturais entre cada país, daí as diferenças na gramática e as expressões típicas em cada país.
         Não queria fazer o papel de "profeta da desgraça", mas o Brasil já foi colónia de Portugal, agora a situação corre o risco de se inverter. Portugal teve de fazer mais cedências ao Brasil no acordo ortográfico, apesar de a Língua Portuguesa ter a a sua origem na Pátria de Camões. Não me oponho que Portugal continue a ter relações com os países lusófonos, desde que isso não prejudique a nossa identidade enquanto povo e o interesse na, o obviamente não é o caso.
        Além do mais, a história provou que o luso-tropicalismo falhou e o sua versão 2.0, a lusofonia não terá melhor destino. Só os burros cometem o mesmo erro duas vezes. A lusofonia refere-se à comunidade de 250 milhões de pessoas que falam português, mas defender uma identidade em comum entre países tão diferentes a todos os níveis como Portugal e os PALOP's tendo em conta apenas a língua (quando muitas pessoas nos PALOP's nem falam o português como língua nativa) é perigoso. Portugal é antes demais um país europeu, e é na Europa que se encontra o nosso passado, presente e futuro.
       Eu não assinei nenhum acordo e portanto vou continuar a escrever como aprendi, pois o nacionalismo começa antes demais na língua.


quarta-feira, 23 de março de 2011

Muda-se de governo mas não se muda de ladrão

Foi com indiferença e desdém que assisti à demissão do primeiro-ministro José Sócrates e à queda do actual executivo. Não acho que a demissão do actual executivo e de um dos piores primeiros-ministros da actual e podre III República seja algo benéfico ou prejudicial para a nação portuguesa, pelo facto de o sistema de destruição nacional continua, independentemente de ser o PS ou o PSD que esteja à frente do governo. Como português e nacionalista é com tristeza que assisto à destruição da minha Pátria e a esse rotativismo político que não representa nenhuma alternativa viável para Portugal.
      Em meados de Junho irão realizar-se novas eleições, que provavelmente serão ganhas pelo traidor e apátrida neo-liberal do Pedro Passos Coelho, o governo de destruição nacional (que já dura à quase 4 décadas) irá manter-se, com a destruição de Portugal enquanto Estado soberano, a perda de identidade e degradação da economia nacional, portanto como diz o provérbio popular: "muda-se de moleiro, mas não se muda de ladrão".
   Eu pessoalmente não tenho dúvidas, na escolha do partido em que irei votar nas próximas eleições legislativas, irei votar no partido do qual sou militante, o Partido Nacional Renovador, porque apesar de ser um partido pequeno e sem representação parlamentar, é um partido sério e transparente, é o único partido que defende os interesses de Portugal, e defender os interesses de Portugal é defender um Portugal português (na identidade) e soberano (em termos políticos e económicos), além de o PNR, ao contrário de outros partidos não andar metido em crimes de colarinho branco. E por muito que o "engenheiro"(?!) Pinóquio insista em falar em responsabilidade e defesa dos interesses nacionais, responsável é algo que ele não é nem nunca foi, e isso é por demais evidente na actuação criminosa do executivo do Partido Socialista, e na verdade o José Sócrates ,assim como todos os restantes traidores, defendem os seus próprios interesses e do grande capital apátrida (cujo braço político é a União Europeia) os quais servem como cães.

"Há um idiota no poder, mas os que o elegeram estão bem representados". Lyndon Johnson

sexta-feira, 11 de março de 2011

Bi-Centenário da batalha da Redinha

A comunidade Intermunicipal do Pinhal Litoral, irá organizar, de 11 a 13 de Março, actividades para comemorar o Bi-centenário da batalha da Redinha, ocorrida no dia 11 de Março de 1811. Esta sexta-feira, pelas 21:00H irá-se realizar uma palestra no Salão Nobre dos Paços do Concelho sobre as invasões napoleónicas. No Sábado (dia 12) irá recriar-se a Batalha da Redinha na ponte Românica da aldeia referida e Domingo irá realizar-se um mercado típico do século XIX na Redinha.

sábado, 5 de março de 2011

Você?! Você é estrebaria

Se tratarmos por "você" uma pessoa idosa corremos o risco de receber como respota: "você é estrebaria", ao que ainda podemos responder: "vá à merda que eu já o sabia". Isso acontece porque tratar alguém por "você" não é considerado uma forma educada de se dirigir a uma segunda pessoa, principalmente quando são duas pessoas de níveis diferentes.
Já me aconteceu numa aula, uma professora chamar-me à atenção por eu a tratar por "você", dizendo a mesma, que era algo que não ficava bem, preferindo ser tratada por "a professora". Era um exemplo da utilização do "você" entre duas pessoas de níveis diferentes, eu, o aluno e ela, a professora.
No Brasil é muito comum utilizar constantemente o "você" em substituição da 2ºpessoa do singular, o "tu"; em Portugal é menos comum essa utilização, utilizando-se antes o "tu" numa conversa informal entre pessoas do mesmo nível. Já a utilização do "vocês" no lugar na 2ºpessoa do plurar "vós" já é mais frequente, sendo menos comum a utilização em linguagem corrente do pronome "vós".
Bem, a língua de Camões tem dessas coisas, não é por acaso que é uma das línguas mais difíceis de aprender para os estrangeiros, por se tratar de uma língua rica e com muitos sinónimos. Portanto, mesmo para quem tem como língua-materna o português é sempre bom estar atento para não dar alguns pontapés na gramática portuguesa.


quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Aluno esfaqueado numa escola de Soure

Um aluno de 17 anos, do agrupamento de escolas de Soure Martinho Arias, foi hoje no intervalo da manhã (cerca das 10:00h) desta quarta-feira, dia 16 de Fevereiro, agredido com uma arma branca por um aluno de nacionalidade brasileira, do curso de CEF do 9ºano. O agressor de 16 anos, conseguiu fugir posteriormente da escola, ferindo-se com a faca e sendo posteriormente capturada pelas autoridades.
     A vítima que levou 5 golpes, um dos quais nas costas e lhe perfurou o pulmão, sendo submetido a uma cirurgia. A agressão provocou uma onda de indignação entre os alunos da escola, principalmente entre os amigos mais chegados que como forma de protesto convidaram os alunos (através de sms) da escola no dia 17 (quinta-feira) a vestirem uma camisola branca.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

CDS expulsa 5 militantes por homofobia e nacionalismo de direita

Os antigos militantes do CDS/PP Francisco Cruz, Carlos Carrasco, Rui Figueiredo, Carlos Nunes e António José Rodrigues foram banidos do CDS sob as acusações de "homofobia" e "nacionalismo de direita".
     Antes demais, essas duas acusações são no mínimo estranhas pelo menos no que diz respeito à segunda, porque ser expulso de um partido por não gostar de maricas quando o líder desse partido é um sodomita não é de estranhar. Mas qual o significado do termo "homofobia" para o CDS? Refere-se a sentimentos de ódio em relação aos sodomitas ou será antes ser a favor da vergonha na cara, da moral e os bons costumes? Eu conhecendo como conheço o CDS estou mais inclinado para a segunda hipótese. Além do mais seria oportuno por uma questão de coerência que o Centro Democrático Social deixasse de se assumir como defensor da "democracia cristã" afinal o cristianismo condena claramente a sodomia.
         E em relação à segunda acusação, se os militantes em causa fossem "nacionalistas de esquerda" estava tudo bem? Não deixa de ser enigmática vindo de um partido que assume "ser de direita". Ou será que o problema será antes o facto de os militantes em causa serem nacionalistas (sim, porque apesar de o CDS ser um partido anti-português desde a sua fundação, sempre existiu uma minoria residual dentro do mesmo, alguns foram sendo purgados ao longo do tempo), isso apenas demonstra a hipocrisia do CDS em se assumir como um partido patriota, quando já demonstrou na prática inúmeras vezes que o não é, como ao defender políticas criminosas como o "federalismo europeu", o actual modelo neo-liberal de globalização e quando atacou na Assembleia da República o cartaz do PNR (o único partido genuinamente nacionalista em Portugal) que alertava os portugueses sobre os problemas relacionados com o multi-culturalismo e a invasão imigrante (falar apenas em imigração é um eufemismo), entre outras coisas.
      Mas supondo que estas acusações são falsas e que os militantes (ostracizados) em causa não são nem homofóbicos nem "nacionalistas de direita" e apenas foram expulsos por denunciarem supostas irregularidades na escolha do deputado Nuno Magalhães como cabeça de lista do CDS/PP pelo distrito de Setúbal nas últimas eleições legislativas. A mim pessoalmente não admira que isto seja verdade, afinal no que toca à corrupção o CDS está longe de se destacar dos restantes partidos com assento parlamentar, como foi o caso do envolvimento de vários dirigentes do CDS na autorização ilegal do abate de sobreiros em troco de peita.
      O militante expulso Francisco Cruz negou todas as acusações do CDS e afirmou: "Fomos demitidos porque temos vindo a denunciar fraudes eleitorais nas comissões políticas do próprio partido e a violação de estatutos, incluindo por parte do próprio deputado Nuno Magalhães, que não reunia os requisitos para ser eleito, como foi, pelo distrito de Setúbal". Francisco Cruz alega que um dos requisitos dos estatutos para a eleição de deputados é serem naturais ou residirem no próprio distrito, e garante que o deputado Nuno Magalhães «tem apenas uma residência fictícia em Setúbal, beneficiando, por isso, de alguns subsídios atribuídos pela Assembleia da República».
       O deputado em causa por seu turno afirmou que as acusações eram falsas e injuriosas e que constituem matéria para procedimento criminal, mas não irá apresentar queixa por que segundo ele apenas o ofende quem pode e não qualquer um. Esta atitude além de demonstrar que o deputado Nuno Magalhães não sabe distinguir um insulto de uma acusação é no mínimo suspeita. Se o deputado do CDS está tão certo de que as acusações são falsas porque não apresenta queixa em tribunal? Ou terá receio de que o tribunal não lhe dê razão?
     Esta acontecimento além de tudo, apenas serve como um aviso aqueles nacionalistas que pensa na hipótese de se filiarem no CDS ou que esse partido poderia representar uma alternativa nacional na política portuguesa, mas contra factos não há argumentos e tudo isto prova que o CDS é tão anti-nacional como os restantes partidos com assento parlamentar.