quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

105º aniversário da captura de Gungunha

No dia 28 de Dezembro de 1895, as tropas portuguesas lideradas Mouzinho de Albuquerque, prederem o poderoso chefe tribal (e o 3ºimperador da etnia vátua) da antiga colónia portuguesa de moçambique. O governo português de então decidiu retirá-lo do poder devido à brutalidade do seu regime tirânico e sanguinário. Quando foi levado para Portugal, foi transferido para Angra do Heroísmo (ilha terceira, Açores), onde aprendeu a ler e a escrever e se converteu ao cristianismo.
O antigo "imperador" dos vátuas, morreria vítima hemorragia cerebral, em 24 de Dezembro de 1906, no hospital militar de Angra do Heroísmo. Muito tempo depois da sua morte, (principalmente após o 25 de Abril) assistiu-se a uma tentativa de falsificar a história e tentar transformar um chefe tribal sanguinário num (falso) herói que lutou contra o "colonialismo português". Mas ao mesmo tempo, e de forma muito conveniente para os criminosos de Abril que tomaram o poder em Portugal, esquecia-se esse grande Herói lusitano e os seus nobres feitos para com a sua nação.
Basta ver, que hoje, esse data história passou praticamente despercebida, a não ser, um pequeno artigo, na edição online da rádio renasceça.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Apelo ao boicote do filme Thor

Bem, como cristão nunca demonstrei interesse pelo paganismo europeu (seja através de filmes, livros, revistas etc). Nunca li as revistas de BD do Thor, que vai ser transformado em filme, que será lançado em Maio de 2011.
    Até aqui nada demais, a não ser o grande "detalhe" de colocarem um preto (o actor Idris Elba) a fazerem o papél do deus nórdico Heimdall. Como num cirdo nunca faltam os palhaços, os idiotas do costume já classificaram a legítima campanha de boicote a esse lixo (que nem digno é ser chamado de filme) de "racista", como não podia deixar de ser e demonstra bem o carácter (ou a falta dele) dessa escumalha. Porém a verdade, é precisamente a inversa, quem teve a ideia infeliz de colocar um negro a fazer o papél de um deus nórdico é que foi racista, ao demonstrar todo o seu desprezo à cultura europeia. Pelo andar da carruagem, qualquer dia coloca-se um branco a fazer o papél de Martin Luther King num filme qualquer.
     Penso que não é preciso dizer mais nada, o actual multi-culturalismo já demonstrou a sua faceta aberrante e genocida (contra os brancos claro).




Como se já não bastasse, o director do filme, tentou justificar o injustificável e soltou a seguinte pérola: "O filme é de ficção. Ter uma martelo voando não é problema, agora a cor da pele é?". Ele nem sequer demonstrou qualquer inteligência no disparate que "vomitou", mas só um idiota aceitaria uma "justificação desse género". O filme é obviamente de ficção, porque retrata a mitologia pagã nórdica, e o martelo voador faz parte dessa mitologia, e o mesmo não se pode dizer de um africano a representar o papel de um "deus" pagão europeu.
    Da minha parte, nem sequer irei me dar ao trabalho de tirar o filme da inter-rede, da minha parte vou ignorar completamente o filme.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

A hipócrisia dos SOS racistas

A associação criminosa e anti-portuguesa "SOS racismo" celebrou recentemente os seus 20 anos de existência. Uma das novas "bandeiras" dessa sinistra organização é lutar pelo direito de voto dos imigrantes. Em declarações à Lusa, José Falcão afirmou: "Enquanto uma sociedade não permitir que as pessoas que para aqui descontam, trabalham e dão a sua mais valia tenham direito a decidir como todos, não é uma sociedade inclusiva. É por isso que é preciso continuar a lutar."
     Tal tese é simplesmente inaceitável e sem qualquer tipo de justificação racional. O direito de voto e todos os direitos políticos devem ser um exclusivo dos portugueses étnicos (ou portugueses de sangue), de forma a garantir que Portugal continue na posse do seu verdadeiro dono, isto é, o povo português. O mínimo que se deve exigir a um imigrante que venha viver para Portugal é que seja honesto e trabalhador, isto é uma obrigação dos imigrantes, que como estão numa terra estrangeira devem se comportar de forma digna, não é nenhum favor que fazem, até porque os imigrantes supostamente veem para cá com o objectivo de trabalhar e encontrar melhores condições de vida e não para se meter em assuntos políticos (e não só) que apenas dizem respeito aos portugueses de verdade.
     Apenas para se ter uma ideia da completa alienação por parte desses malucos (que é o que são), vejamos uma das pérolas do José Falcão: "a SOS já conseguiu «mudar mentalidades», mas «infelizmente subsistem atitudes racistas e existe um Estado que tem leis racistas e xenófobas." Fica a pergunta de quê forma, o Estado tem leis racistas e xenófobas? Só se for contra os próprios portugueses étnicos, tendo em conta que os traidores que "governam" Portugal promovem um verdadeiro genocídio étnico contra o povo português (já que o multi-culturalismo e a invasão imigrante constitui na prática um genocídio).
        Tal posição, revela a hipócrisia dos activistas do SOS racismo, por um lado incentivam o racismo e a xenofobia, ao defenderem a invasão imigrante e o multi-culturalismo. Visto que o aumento do racismo e da xenofobia em Portugal é uma reacção legítima de auto-defesa dos nativos portugueses perante o multi-culturalismo (genocídio cultural) e a imigração descontrolada (que está literalmente a destruir Portugal, provocando o aumento da criminalidade, desemprego, redução dos salários e destruição da identidade nacional do povo português).  Portanto é contraditório assumir-se contra o racismo e a xenofobia mas ao mesmo tempo defender políticas que provocam o aumento desse tipo de sentimentos (como o multi-culturalismo e a imigração em massa), mas é exactamente isso que os malucos do SOS fazem.
     Uma outra coisa, que os portugueses patriotas se devem acautelar, é do veneno que essa organização racista anti-portuguesa e anti-branca espalha e continua a espalhar nas escolas junto de crianças portuguesas com falta de capacidade argumentativa e uma opinião formada sobre os assuntos abordados, algo que os militantes do SOS racismo se aproveitam para promoverem uma verdadeira lavagem cerebral às crianças, para que estas defendam valores aberrantes como o multi-culturalismo e o anti-nacionalismo.
       Até as várias falácias defendidas pelos pseudo anti-racistas são contraditórias. A maioria dos auto-intitulados anti-racistas, resume a complexidade do ser humano a um esteriotipo de dominações, ou seja, para eles o africano será sempre o eterno oprimido e explorado. Portanto de certa forma, a maioria dos auto-intitulados "anti-racistas" são as pessoas mais racistas que existem...