sábado, 2 de janeiro de 2010

A aberração pseudo-cultural do Multi-culturalismo


Hoje em dia, é muito comum, ver mais uma estúpida tentativa de 'estupidificação' e reeducação por parte dos media manipuladores,promovendo um autentico genocídio cultural contra os povos europeus, a que muitos se referem com o eufemismo de "multi-culturalismo". Ser contra o multi-culturalismo não é uma atitude de intolerância para com pessoas de diferentes culturas. Cada Nação tem a sua cultura que tem os seus factores diferenciadores das culturas de outras nações, e que devem ser defendidos e preservados. Principalmente quando se trata dos países europeus que foram sempre tradicionalmente mono-culturais, existiram sempre nos países europeus uma homogeneidade e unidade étnica e cultural, algo que sempre foi bastante importante para manter a coesão e evitar divisões desses países.
Seria engraçado, se não fosse trágico, que não se promova também o "multi-culturalismo" em outras paragens, como no continente africano ou asiático, mas ao que parece devido ao politicamente correcto só os europeus tem a obrigação de promover a tolerância, diversidade e o multi-culturalismo. Algo que a meu ver, se pode tornar bastante perigoso. É certo que não existem aquilo a que podemos chamar de "culturas puras" mas isso não pode ser usado para defender o indefensável, ou seja para promover o 'multi-culturalismo'. Se é certo que as diversas tem diversas influências de outras culturas, o facto é que cada nação tem a sua própria cultura adaptada á sua realidade, pelo que não faz sentido promover culturas alienígenas que nada tem a ver com a cultura nativa de uma determinada região. Sendo assim, o multi-culturalismo provoca invariavelmente a diluição e inclusive a destruição da cultura nativa. Cultura e o multi-culturalismo são duas realidades antagónicas, que nunca se poderão combinar, tal como a água e o azeite.
A Cultura acaba, quando começa o "Multi-Culturalismo".

2 comentários:

  1. vim parar aqui meio por acaso e sinceramente quis comentar por julgar esse um ponto de vista muito restrito.
    o multi-culturalismo não é um plano cruel para acabar com a cultura dos países centrais, é um fenômeno social.
    fenômeno este que se observa cada vez mais comum no mundo inteiro pelo grande avanço tecnológico das telecomunicações e sua maior utilização e da migração de pessoas pelo mundo em busca de melhores condições de vida.
    a cultura de um povo pode ser mantida por tempo incalculável independente das diferentes culturas que interagem, como exemplo os judeus que estão espalhados por todo o mundo mas ainda se consideram um povo.

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  2. Não é um ponto de vista restrito é a realidade. Como diz o ditado "Em Roma sê Romano", um imigrante quando imigra para um país, além do dever de ser um cidadão honesto, deve respeitar a cultura e os habitantes nativos, e portanto deve se "aculturar" à cultura do país para onde imigra em busca de melhores condições de vida, e não exegir (como se tivesse legitimidade para tal) que o Estado reconheça e promova a cultura do seu país de origem. Claro que ninguém é obrigado a se integrar numa cultura, mas nós os Europeus também não devemos ser obrigados a acolher imigrantes que não queiram se integrar plenamente na nossa sociedade. E claro que o multi-culturalismo é um fenômeno social incentivado pelas esquerdas apátridas para destruir as culturas das Nações Europeias. E a defesa da coesão nacinal e da identidade nacional dos países Europeus é totalmente incompatível como o multi-culturalismo, que mais não faz do que destruir e diluir a nossa Portugalidade.
    Aliás, convém não esquecermos que países como o Japão e Coreia do Sul, que são países mono-culturais tem uma qualidade de educação bastante superior a países multi-culturais como os EUA.

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